Populações ainda lutam por nó na A17

. quinta-feira, 5 de abril de 2007
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A população de Soure continua esperançada em ter um nó de acesso à auto-estrada 17 (A17) no concelho. Isso mesmo manifestaram ontem alguns populares que participaram na visita promovida pelo PS local à freguesia de Samuel. As críticas estendem-se à degradação das vias de comunicação na freguesia, provocada, precisamente, pelas obras na auto-estrada para a qual não terão acesso na freguesia.
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«É uma altura propícia para fazer o nó da auto-estrada. Nós queremos um nó», atirou um dos populares, na passagem da comitiva socialista, que integrou o presidente da autarquia enquanto militante, pela aldeia de Casal de Camarinheiras, onde vai passar a A17 e onde, numa fase inicial do processo, se pôs a hipótese de receber um nó de acesso que serviria não só o concelho de Soure, mas também Montemor e Figueira da Foz. O presidente da autarquia de Soure afirmou que tudo está a ser feito para tentar inverter a situação e só esgotada a via diplomática se poderá partir para a mobilização das populações, tal como defenderam os populares. «Não podemos partir para atitudes precipitadas», afirmou João Gouveia que, sobre a degradação das vias, de que se queixaram os munícipes presentes, garantiu que a Brisa assumiu o compromisso de reparar as estradas que estão a ser danificadas pela construção da A17. «Foi avaliado o estado de todas as vias antes do início das obras e elas serão repostas pela Brisa», garantiu.
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A visita de trabalho do PS à freguesia de Samuel começou junto à escola primária de Carvalhal da Azóia. Aqui, o encerramento de escolas do 1.º ciclo foi o tema em análise. Segundo Mário Jorge Nunes, presidente da Concelhia do PS de Soure, está previsto o encerramento de duas das três escolas do 1.º ciclo da freguesia e nesse sentido foi importante informar as populações da situação e dizer o que pode e vai fazer a Câmara de Soure. O presidente da autarquia «ficou sensibilizado» para a necessidade de reequacionar o processo, até porque «o Estado aposta numa nova forma de desenvolvimento do ensino básico e o próprio QREN aposta fortemente na educação», explicou o líder da concelhia.
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A visita visou estabelecer uma maior proximidade e contacto com as populações. Mário Jorge Nunes destacou a presença do presidente da autarquia, na qualidade de militante, o que significa o «bom entendimento entre a actual estrutura do PS e o autarca que, não tendo tido uma candidatura de boa interpretação da nossa parte, ela está construída neste momento».